quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Sê Bem Vindo Agosto!!

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terça-feira, 30 de julho de 2019

It's Summertime!!

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

A Cidade Mais Grega do Egipto;Alexandria


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Enigmática, Poliglota, Multicultural, sede do Conhecimento do Mundo Antigo, a mais Cosmopolita de todas, ponto de encontro entre intelectuais, a Alexandria Egípcia foi uma das principais e explendorosas Cidades no Delta Oeste do Rio Nilo, erigida sob o Comando de Alexandre, o Grande, quando do seu Domínio sobre Império Egípcio, tendo em Denócrates de Rodes o Arquitecto responsável pelo desenvolvimento do projeto. 
Fascinante pela Arquitectura em Estilo Grego,era na Cidade  que ficava o mais Famoso dos Faróis, uma das sete Maravilhas do Mundo Antigo. 
Com duas grandes Avenidas; a Avenida Norte-Sul e a Avenida Este-Oeste, dividiam a Cidade em 4 Bairros principais, denominados pelas 4 primeiras letras do Alfabeto Grego. A artéria principal (Este-Oeste), chamada Canópica, tinha 7,5 Km. de comprimento e 30 m. de largura e era ladeada por passeios. A artéria Norte-Sul desdobrava-se em duas largas áreas separadas por  árvores. 
Apesar da Cidade ser belíssima e o seu Farol Magnifico, a Biblioteca de Alexandria foi a instituição que marcou o Nome da Cidade na História. Com essa construção Alexandre objectivava criar uma Cidade para ser o ponto principal de ligação comercial do Império Grego em território Egípcio. 
A Alexandria no Egipto viria a ser a Capital, a luz do Helenismo no Oriente Próximo, durante quase 8 Séculos, do final do IV a.C., até o início do período Bizantino da História do Egipto, em fins do IV d.C., quando o Cristianismo já era majoritário. 
Um Pouco Sobre  Alexandria;

Em 332 a.C., o Egipto estava sob domínio Persa. Nesse mesmo ano, Alexandre, o Grande entrou triunfalmente como vencedor sobre o Rei Persa Dario III e os Egípcios aceitaram-no, aclamando-o como Libertador.O Egipto tinha grande quantidade de Colónias Gregas,há muito tempo, e portanto os Gregos não eram considerados como Estrangeiros.
No ano seguinte, a Cidade que Herdaria o seu Nome foi fundada no Delta do Nilo, sobre um antigo Povoado chamado Rakotis habitado por Pescadores. A escolha do local foi muito afortunada, pois estava ao abrigo das variações que o rio Nilo apresentava, e, por outro lado, suficientemente perto do rio para para que se pudesse chegar através das suas águas às Mercadorias destinadas ao Porto, através de um Canal que unia o rio com o lago Mareotis e o Porto.

O lugar escolhido ficava frente a uma Ilha chamada Faros, que com o tempo e as múltiplas melhorias que se fariam ficaria unida por um longo dique à Cidade de Alexandre. O Arquitecto que realizou esta obra chamava-se Dinócrates de Rodes. O Dique tinha um comprimento de sete Estádios (185 m é a medida de um Estádio), pelo que se lhe chamou "Heptastadio". A Construção do Dique formou dois Portos, de ambos os lados; o Grande Porto, a Leste, o mais importante; e o Porto do "Bom Regresso", a Oeste, que é o que ainda Hoje, se usa.
Nos amplos molhes do Grande Porto atracavam Barcos que tinham sulcado o Mar Mediterrâneo e as Costas do Oceano Atlântico. Traziam Mercadorias que se empilhavam nos cais; lingotes de bronze da Hispânia, barras de estanho da Bretanha, algodão das Índias, sedas da China. O famoso Farol construído na ilha de Faros por Sostral de Cnido, em 280 a. C., dispunha na alta cúspide de um fogo permanentemente alimentado que guiava os Navegantes, até 1340, quando foi Destruído.
O Arquitecto Dinócrates ocupou-se também do traçado da Cidade e fê-lo segundo um plano Hipodâmico, sistema que se vinha utilizando desde o século V a.C.: uma grande Praça, uma Rua maior com 30 m.de largura e 6 Km. de comprimento que atravessava a Cidade, com Ruas paralelas e perpendiculares, cruzando-se sempre em ângulo recto. Construíram-se Bairros em quadrícula. As Ruas tinham condutas de água para escoamento.
Quando Alexandre saiu do Egipto para continuar as suas lutas contra os persas deixou como administrador de Alexandria Cleómenes de Naucratis.

A Escola de Alexandria durou vários séculos (do final do século IV a.C. até o século VII d.C.), e durante esse período teve alguns momentos de glória... Alexandre, o Grande morreu no ano de 323 a.C., e nessa data estabeleceu-se o início da Dinastia dos Ptolomeus (iniciada por Ptolomeu I, um General de Alexandre que proclamou-se  Imperador). O maior promotor da Escola, entretanto, foi Ptolomeu II (que governou o Egipto de 285 a.C. a 246 a.C. Ele é tido como o protector das Letras e um Administrador eficiente (a ele se atribui a construção do Farol...). Foi depois dele, em 145 a.C., que ocorreu a primeira depredação da Escola. Ela foi Saqueada, como represália,numa Guerra Civil. Reestruturada, reencontrou um novo auge, e também o seu infortúnio, no século I a.C. Nesse período, foi Cleópatra (69 a.C.-30 a.C.), a última da Linhagem dos Ptolomeus quem Governou o Egipto .

A Biblioteca Real de Alexandria ou Antiga Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores Bibliotecas do Mundo Antigo. Ela floresceu sob o Patrocínio da Dinastia Ptolemaica e existiu até à Idade Média, quando alegadamente foi totalmente Destruída por um Incêndio cujas causas são controversas.
Alexandria, às margens do Mediterrâneo, Reinou quase absoluta como centro da Cultura Mundial no Período do séc. III a.C. ao séc. IV d.C. A sua Famosa Biblioteca continha praticamente todo o Conhecimento da Antiguidade, em cerca de 700 000 rolos de Papiros e Pergaminhos. Seu Lema era “Adquirir um Exemplar de Cada Manuscrito Existente na Face da Terra”.
Acredita-se que a Biblioteca foi Fundada no início do século III a.C., Concebida e Aberta durante o Reinado do Faraó Ptolemeu I Sóter ou durante o do seu Filho Ptolomeu II. Plutarco (46 d.C.–120)escreveu que fora durante  a sua visita a Alexandria em 48 a.C.,que Júlio César queimou acidentalmente a Biblioteca quando ele incendiou  os seus próprios Navios para frustrar a tentativa de Achillas de limitar a sua capacidade de comunicação por Via Marítima. De acordo com Plutarco, o Incêndio espalhou-se para as Docas e daí à Biblioteca.
No entanto, esta versão não é confirmada na contemporaneidade. Actualmente, tem sido estabelecido que a biblioteca, ou pelo menos segmentos de sua Colecção, foram Destruídos em várias ocasiões, antes e após o Século I a.C.

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quarta-feira, 24 de julho de 2019

As Ruinas de Jerash...



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Jerash é o nome de uma Antiga Cidade de Decápolis .As suas Ruínas são uma das Cidades Romanas mais importantes e mais bem Preservadas no Oriente Médio , e estão Localizadas na Região de Gileade, a Noroeste da Jordânia.
Escavações recentes mostram que Jerash já foi habitada durante a Idade do Bronze e da Idade do Ferro ( 3200 aC - . 1.200 a. ) . Após a Conquista Romana em 63 aC . C. , Jerash e os seus arredores foram anexados à Província Romana da Síria , e mais tarde juntou-se a Decápolis .Em 90 d . C. foi adicionada à Província da Arábia , o que incluiu a Cidade de Filadélfia ( agora Amman) .
Os Romanos garantiram a paz e a segurança na Região , o que permitiu ao seu Povo a dedicar o seu Tempo e energias para o Desenvolvimento Economico e Construção. Na segunda metade do primeiro Século , a Cidade de Jerash alcançou grande prosperidade. Em 106 o Imperador Trajano Construiu Estradas que atravessavam as Províncias , aumentando as actividades Comerciais da Cidade .
Adriano visitou Jerash nos Anos 129-130  O Arco Triunfal "O Arco de Adriano" foi erguido para Celebrar a visita.
A Cidade chegou a um tamanho de 800 mil m. quadrados intramural . Em 614, a Invasão Persa foi a causa do rápido declínio de Jerash . No entanto, a Cidade experimentou um novo período de desenvolvimento durante o período de Umayyad, como mostram Escavações recentes .
Em 746, um grande Terremoto destruiu grande parte de Jerash e  os seus Arredores. Durante a época das Cruzadas , alguns dos Monumentos foram convertidos em Fortalezas , incluindo o Templo de Artemis. Pequenos Assentamentos continuaram a existir na Cidade durante os tempos do Aiúbida , Mameluco e Otomano , e em 1878 estabeleceu-se no seu Território  a Circassiana da Ásia Central. Desde a Década de 1920 , Escavações e Restaurações da Cidade têm sido quase contínuas.
Em 350 a Cidade teve uma importante Comunidade Cristã e entre 400 e 600 mais de 13 Igrejas, muitas com ricos pisos de Mosaico foram construídas. A Catedral foi Construída no Século IV .
Pela qualidade e grau de conservação dos seus vestígios Arqueológicos, foi chamada, a Pompéia da Ásia.
É a segunda principal atracção turística da Jordânia, depois de Petra.
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segunda-feira, 22 de julho de 2019

O Forte das Berlengas...



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O "Forte São João Baptista das Berlengas", ou simplesmente o Forte das Berlengas, Localiza-se na Ilha da "Berlenga Grande", no Arquipélago das Berlengas, integrando o conjunto defensivo de Peniche, na sub-região do Oeste, em Portugal.

Um Pouco da Sua Historia;

A ocupação Humana da Berlenga Grande,a unica que é Habitável, remonta à Antiguidade, sendo assinalada como ilha de Saturno pelos Geógrafos Romanos. Posteriormente foi visitada pelos  Navegadores Muçulmanos, Vikings, Corsários Franceses e Ingleses.
Em 1513, com o apoio da Rainha D. Leonor, Monges da Ordem de São Jerónimo estabeleceram-se aí com o propósito de oferecer auxílio à Navegação e às Vítimas dos frequentes Naufrágios naquela parte da nossa Costa , assolada por Corsários, fundando o "Mosteiro da Misericórdia da Berlenga", no local onde, desde 1953, se ergue um Restaurante. Entretanto, a escassez de Alimentos, as Doenças e os constantes Assaltos dos Piratas e Corsários Marroquinos, Argelinos, Ingleses e Franceses, tornaram impossível a Vida de retiro dos Frades, muitas vezes incomunicáveis devido à inclemência do Mar.

No contexto da Guerra da Restauração, sob o Governo de D. João IV (1640-1656), o Conselho de Guerra determinou a Demolição das Ruínas do Mosteiro Abandonado e a utilização das suas pedras na Construção de uma Fortificação para a Defesa daquele ponto estratégico do Litoral. Embora se ignore a Data em que as Obras foram iniciadas, já em 1655, quando ainda em Construção, Resistiu com Sucesso ao seu primeiro Assalto, ao ser Bombardeada por três Embarcações de Bandeira Turca.
Em 1666, no contexto da tentativa de Rapto da Princesa Francesa Maria Francisca Isabel de Saboia, Noiva do nosso Afonso VI (1656-67), uma Esquadra Espanhola integrada por 15 Embarcações intentou a Conquista do Forte, Defendido por um efectivo de pouco mais de duas Dezenas de Soldados sob o Comando do Cabo Antonio Avelar Pessoa. Numa operação combinada de Bombardeio Naval e Desembarque Terrestre os Atacantes perderam, em apenas dois Dias, 400 Soldados em Terra e 100 nos Navios (contra um Morto e quatro Feridos dos nossos Defensores), sendo Afundada a Nau "Covadonga" e sériamente avariadas outras duas, afundadas no Regresso a Cádiz.
Traída por um Desertor, sem mais Munição e Mantimentos, a Praça finalmente Rendeu-se perdendo nove das peças da sua Artilharia Capturadas pelos Invasores.
No Tempo da Guerra Peninsular foi utilizada, como base de apoio pelas Forças Inglesas, numa Campanha de Guerrilha na qual colaborou activamente a População de Peniche.
Posteriormente sofreu obras de Restauração, com a Reedificação da Capela no seu interior.
Durante a Guerra Civil Portuguesa (1828-1834), a Fortaleza encontrava-se em mãos dos Partidários de Miguel I ,de Portugal (1828-1834). Com a deficiência de Artilharia,não resistiram diante do Assalto dos Liberais que a utilizaram como Base para o Assalto a Cidade de Peniche, reduto dos Miguelistas.
Sem maior valor Militar, diante da Evolução dos meios Bélicos no Século XIX, foi Desartilhada (1847) e Abandonada passando a ser utilizada como Base de apoio para a Pesca Comercial.
Em meados do Século XX foi parcialmente Restaurada e aberta ao Turismo adaptada como Pousada. Actualmente funciona apenas como Casa-Abrigo, sob a gestão da Associação dos Amigos das Berlengas.

O forte de planta no formato de um Polígono Heptagonal irregular. No terrapleno, pelo lado voltado para a Ilha, apresenta a Edificação principal com dois pavimentos, com doze Compartimentos onde funcionavam as Dependências de Serviço (Casa do Comando, Quartéis de Tropas, Armazéns, Cozinha e outros...) e mais oito Compartimentos inscritos no interior das Muralhas. Um Corredor sem Iluminação dá acesso internamente aos vários pontos da estrutura.
Voltadas para o Mar rasgam-se onze Canhoneiras.
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sexta-feira, 19 de julho de 2019

A Rainha Guerreira Zenobia...


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Zenobia(Século III d.C.) era Mulher Brilhante e Ambiciosa, cujo Nome Verdadeiro era Septimia Bat Zabbai, nasceu em Palmira, Cidade do Deserto localizada na actual Síria, Filha de um Rico Mercador Arabe.A sua Campanha Militar para fazer de Palmira uma Cidade suprema na Região Oriental do Império Romano fez dela uma Heroína na sua Epoca.
A Rica Cidade de Palmira estava Localizada no cruzamento vital das Rotas de Caravanas entre Roma e a Pérsia. O Marido de Zenóbia, Odonato (Morto em 266 d.C.), Governou como Rei de Roma,depois que o Imperador Romano Valeriano foi Assassinado pelo Rei Sopor I,da Pérsia, em 260 d.C., Odainat, querendo aumentar a sua importância em Roma, subjugou a Pérsia. Zenóbia, que costumava Caçar Panteras e outros Animais com o seu Marido e costumava trocar a carruagem pelo seu Cavalo,acompanhou-o. Após a Morte de Odonato, ela resolveu estender suas Conquistas e fazer de Palmira um poder indiscutível na Região.
Em vez de Governar em Nome do seu Filho Vaballathus Athenodorus, Zenóbia subiu ao Trono e Declarou-se Rainha do Oriente. Em seguida, Atacou o Egipto enquanto os Exércitos de Roma lutavam contra uma Invasão Bárbara na Itália e, por volta de 269 d.C., quase todo o Egipto foi Derrotado pelo seu General Zabadas. Ela então, anexou a maior parte da Síria, e por volta de 270, já havia ampliado o seu Domínio à Ásia Menor, chegando até  Bitínia, no estreito de Bósforo. Zenóbia passou a controlar o Comércio que era vital para Roma, bem como as Rotas Comerciais da Abissínia, Arábia e Índia.
Declarando-se Independente de Roma, Zenóbia Governou um Império fundamentado na Tolerância, em vez da Perseguição. Estabeleceu relações cordiais com os Judeus em Alexandria e com Paulo, o Bispo Cristão de Antioquia.A sua Corte, durante o curto tempo em que prosperou, ficou conhecida pela distinção intelectual e pela exibição extravagante de Riqueza.
Ao assumir o poder em 270 d.C., o Imperador Lucius Domitius Aureliano (212-275? d.C.) reconheceu a Ameaça que Zenóbia representava para a uUnidade do Império Romano.Num ano, ele conseguiu Reconquistar o Egipto e a Ásia Menor e sitiar Palmira. Zenóbia e o seu Filho fugiram da Cidade, mas foram Capturados enquanto embarcavam num Barco no Eufrates, a caminho da Pérsia, onde buscariam apoio. Após desfilar com ela pelas Ruas de Roma,acorrentada a cadeias de ouro, como Símbolo da sua Conquista, Aureliano Libertou-a. Mais tarde, Zenóbia Casou-se com um Senador Romano e  recolheu-se, cercada de muito Luxo, a uma Vila em Tibur, actual Tívoli na Itália, onde abriu um Elegante Salão.
"Ela tinha pele morena . . . Seus dentes eram brancos como Pérolas, e os seus grandes olhos negros brilhavam como Fogo, suavizados pelo mais Atraente Encanto.A sua voz era forte e Harmoniosa. O entendimento brioso dela era fortalecido e adornado pelo Estudo. Não Desconhecia o Latim, mas era igualmente perfeita nas Línguas Grega, Siríaca e Egípcia." 

Foi assim que o Historiador Edward Gibbon louvou Zenóbia, a Rainha Guerreira da Cidade Síria de Palmira.
Pouco antes de sua Morte, em 275 d.C., Aureliano foi obrigado a voltar a Palmira para conter outra Insurreição. Dessa vez, a Cidade foi Saqueada e a sua cCivilização Desapareceu nas areias do Deserto.
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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Quem,de Facto,Descobriu a América?

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É dito que Cristóvão Colombo “Descobriu” a América, mas é claro que nós todos sabemos melhor do que isso, muito antes dele Pessoas/Povos estiveram aqui, até mesmo se assentaram. Nativo-Americanos chegaram aqui muitos séculos antes de Colombo, e há boa evidência que Exploradores de outras Civilizações anticiparam-se a Colombo,tais como os Vikings.
Artefactos foram Descobertos que sugerem que Antigas Culturas Exploraram o Continente. Cerâmica e moedas Gregas e Romanas foram encontradas nos Estados Unidos e México; estátuas de Osíris e Ísis foram encontradas no México, assim como há evidências de Egípcios no Grand Canyon. Antigos artefactos Hebreus e Asiáticos também foram encontrados.
Histórias de viajantes de terras distantes em Mitos e Folclore Nativos também sugerem a probabilidade.

A verdade é que nós sabemos muito pouco a respeito das Antigas Culturas viajantes...por isso,talvez nunca saibamos a verdade e continuamos a afirmar que Colombo foi o seu "Descobridor"...
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